Links
ABC

Bloguices

Manifesto-me II





Sabia que...
Num deserto sem água Numa noite sem lua Num país sem nome
Ou numa terra nua
Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua.

Sophia de Mello Breyner Andresen
MERGULHO
MERGULHO

para descomprimir



Quinta-feira, Agosto 16, 2007

postado por: nela cintra 10:01 AM


Segunda-feira, Maio 21, 2007



postado por: nela cintra 5:28 AM


Sábado, Maio 05, 2007

postado por: nela cintra 11:30 AM


Terça-feira, Maio 01, 2007

postado por: nela cintra 2:22 PM


Terça-feira, Abril 17, 2007

postado por: nela cintra 10:38 PM


Segunda-feira, Janeiro 15, 2007

postado por: nela cintra 4:44 PM


Sábado, Setembro 23, 2006

postado por: nela cintra 6:24 AM


Quinta-feira, Agosto 31, 2006



Faz um calor do caraças...

postado por: nela cintra 4:38 AM


Quinta-feira, Agosto 10, 2006

postado por: nela cintra 8:25 AM


Quarta-feira, Junho 07, 2006







postado por: nela cintra 6:20 AM


Quinta-feira, Maio 25, 2006

postado por: nela cintra 10:34 PM


postado por: nela cintra 12:12 PM


Quarta-feira, Maio 24, 2006

postado por: nela cintra 7:41 AM


Sexta-feira, Abril 14, 2006

postado por: nela cintra 6:13 AM


Quarta-feira, Março 15, 2006

postado por: nela cintra 9:49 AM


Sábado, Fevereiro 18, 2006

postado por: nela cintra 5:14 AM


Domingo, Fevereiro 05, 2006

postado por: nela cintra 9:04 AM


Sexta-feira, Janeiro 20, 2006

postado por: nela cintra 4:05 PM


Sábado, Janeiro 14, 2006

postado por: nela cintra 9:26 PM


Sábado, Dezembro 24, 2005

postado por: nela cintra 10:02 AM


postado por: nela cintra 9:51 AM


Sexta-feira, Novembro 25, 2005

postado por: nela cintra 9:37 PM


Sábado, Novembro 19, 2005

postado por: nela cintra 7:00 AM


Quarta-feira, Novembro 02, 2005

postado por: nela cintra 8:15 PM


Quarta-feira, Outubro 26, 2005

postado por: nela cintra 8:01 PM


Domingo, Outubro 23, 2005


postado por: nela cintra 7:43 AM


Domingo, Outubro 16, 2005

postado por: nela cintra 4:22 PM


Sábado, Outubro 15, 2005

postado por: nela cintra 8:06 PM


postado por: nela cintra 7:21 PM


Sábado, Outubro 08, 2005

postado por: nela cintra 6:33 AM


Quarta-feira, Setembro 21, 2005

postado por: nela cintra 5:54 AM


Terça-feira, Setembro 20, 2005



Encontro de Bloggers
15 de Outubro
(uma iniciativa do Fernando B.)

postado por: nela cintra 8:11 AM


Quinta-feira, Setembro 15, 2005



Ó gordo do caralho!, o teu blogue virou livro foi? Deixaste de falar sobre esses cabrões do Sporting e agora só pensas em bolas¿ de ténis? Dá-me ideia que queres comer a doutora¿

E tu, ó judia errante, subiu-te a francesise à cabeça, é? Já não dislatas? Quem diz Latas diz Ariel Sharon.

Não estejas a rir, ó grega do salax. Os teus acordares estranhos já não permitem estar um Héméra por aqui?
(Quando convidada, fodeu-me as bolachas todas.)

Esta também não escapa! Desde que engravidou não passa cartão aos mal vestidos.
Agora anda-me a contar histórias de fraldas¿

O pior ainda são os gajos delas que absorveram o genérico da Escrava Isaura e fazem tudo o que elas querem.

Este anda-me a ver filmes da Maria Cachucha.
Estoutro fala muito e diz o que ninguém tem paciência p¿ra ler.
Esta, coitada, sem querer pensa e tem companhias duvidosas p¿ró meu gosto.

Será o suficiente para que venham marrar comigo, e possam dar mais alma a esta merda?

Atenção! Na minha lena ninguém toca!


postado por: nela cintra 3:31 PM


Quinta-feira, Setembro 08, 2005

postado por: nela cintra 9:58 AM


Quinta-feira, Setembro 01, 2005

postado por: nela cintra 1:23 PM


Segunda-feira, Agosto 29, 2005

postado por: nela cintra 6:14 AM


postado por: nela cintra 6:12 AM


Quarta-feira, Agosto 24, 2005

postado por: nela cintra 12:37 AM


Um grito. Uma dor que se revolta nas palavras do Green Shadow. Um ex-Pastilhas desaparecido em combate.


Desde o dia em que ela lhe morrera

Desde o dia em que ela lhe morrera - e esta atribuição de uma certa posse não é feita por mim - que ele, diária e religiosamente, lhe dedica cerca de quatro a doze horas para lhe falar e contar o quão aborrecido ficou com uma qualquer situação no escritório, para descrever as situações ou pormenores que o fizeram além do costumeiro pensar nela, lembrar-se dela, para dizer que o vestido verde sempre lhe ficou muito bem e que por isso ele o observa depois de o pousar esticado no sofá.

Desde o dia em que ela lhe morrera - e este "lhe" era ele que o usava mas noutra pessoa e portanto obviamente, dizia "me" - que ele nunca abandonou o negro. Usava sempre um fato preto e uma gravata de igual cor, carregando ainda mais no luto com uma tira negra no braço que há muito não se usava. Mas este sim era um homem intemporal, não pelo génio ou obra deixada à humanidade mas porque não vivia o tempo, não o contava, para ele isso nem contava. Haviam-se passados séculos desde que ela lhe morrera e ainda hoje ele espera que a qualquer momento ela chegue ou "talvez amanhã" quando ele chegar a casa vindo estafado do escritório engravatado e pardacento ela esteja a preparar como era seu timbre, um dos seus cozinhados maravilhosos.

Desde o dia em que ela lhe morrera que passa tempos infinitos revirando e alinhando lhe os vestidos, escolhendo invariavelmente o verde e esticando-o de seguida no sofá, desde esse dia em que ele mesmo a viu descer à terra para com a terra se fundir, desde esse dia perdido algures nos últimos séculos passados que ele não esqueceu mas também não recorda pois não aguentou nunca aquela casa sem ela, desde então que todos os dias pede ao seu Deus ou tenta pactuar com o seu Diabo para que a tragam de volta e chega até a tentar juntar os dois num favor divino-pecaminoso.

Desde esse dia, o dia em que ela lhe morrera e ele mesmo atirou terra com suas próprias mãos para a sua cova de tamanho de meio homem enquanto por coincidência ou não um vendaval se levantou e urrou e as nuvens despejaram suas lágrimas durante um dia inteiro, desde esse dia que ele dizia que ele próprio tinha morrido. Desde o dia em que ela lhe morrera.





postado por: nela cintra 12:16 AM


Terça-feira, Agosto 23, 2005



Obstético poema (pobre)
acerca de um nascimento


Nós,
homem
mulher e filho

filho somos
nós
homem
mulher
e filho

filho tu
foste
filho tu
és
filho
ao mundo
pela luz de tua mãe

filho como eu
mãe como a minha
a tua
filho
como tu

filho tu és
ainda
essa luz
filho também
eu por ti

filho como meu
filho ainda
tu
filho deste amor
filho desta luz

ainda mãe
por ti
mãe por nós
mãe por todos
mãe de ti
e de ninguém

Nós, homem
mulher
e filho

nós como tudo
todos e ninguém

Nós sob a luz
ténue
da esperança

nós neste medo
nós noutra cruz

Nós homem
mulher e filho

hospital
fica fora

* do blogue do Nils

postado por: nela cintra 11:49 PM




Manifesto *

Uma geração, que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi! É um coio d'indigentes, d'indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!

Abaixo a geração!

Morra o Dantas, morra! - PIM!

Uma geração com um Dantas a cavalo é um burro impotente!

Uma geração com um Dantas à prôa é uma canoa em seco!

O Dantas é um cigano!

O Dantas é meio cigano!

O Dantas saberá gramática, saberá syntase, saberá medicina, saberá fazer ceias para cardeais, saberá tudo menos escrever que é a única coisa que ele faz!

O Dantas pesca tanto de poesia que até fax sonetos com ligas de duquesas!

O Dantas é habilidoso!

O Dantas veste-se mal!

O Dantas usa ceroulas de malha!

O Dantas especula e inócula os concubinos!

O Dantas é Dantas!

O Dantas é Júlio!

Morra o Dantas, morra! - PIM!

O Dantas fez uma sorôr Mariana que tanto o podia ser como a sorôr Inez, ou a Ignez de Castro, ou a Leonor de Telles, ou o Mestre d'Aviz, ou a Dona Constança, ou a Nau Catrineta, ou a Maria Rapaz!

E o Dantas teve cláque! E o Dantas teve palmas! E o Dantas agradeceu!

O Dantas é um ciganão!

Não é preciso ir para o Rossio p'ra se ser pantomineiro, basta ser-se pantomineiro!

Não é preciso disfarçar-se p'ra se ser salteador, basta escrever como o Dantas! Basta não ter escrúpulos nem morais, nem artísticos, nem humanos! Basta andar com as modas, com as políticas e com as opiniões! Basta usar o tal sorrisinho, basta ser muito delicado, e usar côco e olhos meigos! Basta ser Judas! Basta ser Dantas!

Morra o Dantas, morra! - PIM!

O Dantas nasceu para provar que nem todos os que escrevem sabem escrever!

O Dantas é um autómato que deita p'ra fóra o que a gente já sabe que vai sair... mas é preciso deitar dinheiro!

O Dantas é um soneto d'elle-próprio!

O Dantas em génio nem chega a pólvora seca e em talento é pim-pam-pum!

O Dantas nú é horroroso!

O Dantas cheira mal da boca!

Morra o Dantas, morra! - PIM!

O Dantas é o escárneo da consciência! Se o Dantas é português eu quero ser espanhol!

O Dantas é a vergonha da intelectualidade portuguesa! O Dantas é a meta da decadência mental!

E ainda há quem não córe quando diz admirar o Dantas!

E ainda há quem lhe estenda a mão!

E quem lhe lave a roupa!

E quem tem dó do Dantas!

E ainda há quem duvide de que o Dantas não vale nada, e que não sabe nada, e que nem é inteligente, nem decente, nem zero!

Vocês sabem quem é a sorôr Mariana do Dantas? Eu vou-lhes contar:

A princípio, por cartazes, entrevistas e outras preparações com as quais nada temos que ver, pensei tratar-se de sorôr Mariana Alcoforado a pseudo autora d'aquellas cartas francesas que dois ilustres senhores desta terra não descansaram enquanto não estragaram para português. Quando subiu o pano também não fui capaz de distinguir porque era noite muito escura e só depois de meio acto é que descobri que era de madrugada porque o Bispo de Beja disse que tinha estado à espera do nascer do sol!

A Mariana vem descendo uma escada estreitíssima mas não vem só, traz também o Chamilly que eu não cheguei a ver, ouvindo apenas uma voz muito conhecida aqui na Brasileira do Chiado. Pouco depois o Bispo de Beja é que me disse que ele trazia calções vermelhos.

A Mariana e o Chamilly estão sozinhos em cena, e às escuras, dando a entender perfeitamente que fizeram indecências no quarto. Depois o Chamilly, completamente satisfeito despede-se e salta pela janela com grande mágoa da freira lacrimosa. E ainda hoje os turistas teem ocasião de observar as grades arredondadas da janela do quinto andar do Convento da Conceição de Beja na Rua do Touro, por onde se diz que fugiu o célebre capitão de cavalos em Paris e dentista em Lisboa.

A Mariana que é histérica começa a chorar desatinadamente nos braços da sua confidente e excelente pau de cabeleira sorôr Ignez.

... veem descendo p'la dita estreitíssima escada, várias Marianas todas iguais e de candeias acesas menos uma que usa óculos e bengala e anda toda curvada para a frente o que quer dizer que é a abadessa. E seria até um excelente personificação das bruxas de Goya se quando falasse não tivesse aquela voz tão fresca e maviosa da tia Felicidade da vizinha do lado. E reparando nos dois vultos interroga espaçadamente, com cadência, austeridade e imensa falta de corda... quem está aí?... e de candeias apagadas?

Foi o vento, dizem as pobres inocentes varadas de terror... e a abadessa que só é velha nos óculos, na bengala e em andar curvada para a frente manda tocar a sineta que é um dó de alma o ouvi-la assim tão debilitava. Vão todas para o coro, mas eis que, de repente batem no portão e sem se anunciar, sobe a escada e entra no salão um Bispo de Beja que quando era novo fez brégeirices com a menina do chocolate.

Agora completamente emendado revela à abadessa que sabe por cartas que há homens que vão às mulheres do convento e que ainda há pouco vira um de cavalo a saltar pela janela. A abadessa diz que efectivamente já há tempos que vinha dando pela falta de galinhas e tão inocentinha, coitada, que naqueles oitenta anos ainda não teve tempo para descobrir a razão da humanidade estar dividida em homens e em mulheres. Depois de sérios embaraços do Bispo é que ela deu com o atrevimento e mandou chamar as duas freiras de há pouco com as candeias apagadas. Nesta altura esta peça policial toma um bocado de interesse porque o bispo ora parece um polícia de investigação disfarçado de bispo, ora um bispo com a falta de delicadeza de um polícia de investigação, e tão perspicaz que descobre em menos de meio minuto o que o público já está farto de saber - que a Mariana dormiu com o Noel. O pior é que a Mariana foi à serra com as indiscrições do bispo e desata a berrar, a berrar como quem se estava marimbando para tudo aquilo. Esteve mesmo para se estrear com um par de murros na corôa do bispo no que se mostrou de um atrevimento, de uma insolência e de uma decisão refilona que excedeu todas as expectativas.

Ouve-se uma corneta tocar uma marcha de clarins e Mariana sentindo nas patas dos cavalos toda a alma do seu preferido foi qual pardalito engaiolado a correr até às grades da janela a gritar desalmadamente pelo seu Noel. Grita, assobia e rodopia e pia e rasga-se e magoa-se e cai de costas com um acidente do qual já previamente tinha avisado o público e o pano também cai e o espectador também cai da paciência abaixo e desata numa destas pateadas tão enormes e tão monumentais que todos os jornais de Lisboa no dia seguinte foram unânimes naquele êxito teatral do Dantas.

A única consolação que os espectadores decentes tiveram foi a certeza de que aquilo não era a sorôr Mariana Alcoforado mas sim uma merdariana - aldantascufurado que tinha cheliques e exageros sexuais.

Continua o senhor Dantas a escrever assim que há-de ganhar muito com o alcufurado e há-de ver, que ainda apanha uma estátua por um ourives do Porto, e uma exposição das maquetes para o seu monumento erecto por subscrição nacional do Século a favor dos feridos da guerra, e a praça de Camões muda em praça Dr. Júlio Dantas, e com as festas da cidade pelos aniversários, e sabonetes em conta "Júlio Dantas", e pasta para os dentes, e graxa Dantas para as botas, e comprimidos Dantas, e autoclismos Dantas e Dantas, Dantas, Dantas... e limonada Dantas - magnesia.

E fique sabendo o Dantas que se um dia houver justiça em Portugal todo o mundo saberá que o autor dos Lusíadas é o Dantas que num rasgo memorável de modestia só consentiu a glória do seu pseudónimo Camões.

E fique sabendo o Dantas que se todos fossem como eu haveria tais munições de manguitos que levariam dois séculos a gastar.

Mas julgais que nisto se resume a literatura portuguesa? Não! Mil vezes não!

Temos além disto o Chianca que já fez rimas para Aljubarrota que deixou de ser a derrota dos Castelhanos para ser a derrota do Chianca!

E as pinoquices de Vasco Mendonça Alves passadas no tempo da avozinha! E as infelicidades do Ramada Curto! E o talento insólito do Urbano Rodrigues! E as gaitadas do Brun! E as traduções só para homem do ilustríssimo excelentíssimo senhor Mello Barreto! E o Frei Mata Nunes Moxo! E a Ines sifilítica do Faustino! E as imbecilidades de Sousa Costa! E mais pedantices do Dantas! E Alberto Sousa, o Dantas do desenho! E os jornalistas do Século e da Capital e do Notícias e de todos os jornais, todos os jornais! E os actores de todos os teatros!

E todos os pintores das belas artes, e todos os artistas de Portugal que eu não gosto! E os da Águia do Porto e os palermas de Coimbra! E a estupidez de Oldemiro César e o Doutor José de Figueiras Amante do museu o ah! oh! os Sousa Pinto e os burros de Cacilhas e os menús de Alfredo Guisado! E o raquitico Albino Forjaz de Sampaio, crítico da Luta a que o Fialho com imensa piada intrujou de que tinha talento! E todos os que são políticos e artistas! E as exposições anuais de Belas Artes! E todas as maquetas do Marquês de Pombal e as de Camões em Paris! E os Vaz, o Estrela, os Lacerda, os Lucena, os Rosa, os Costa, os Almeida, os Camachos, os Cunhas, os Carneiros, os Barros, os Silva, os Gomes, os velhos, os idiotas, os imbecis, os párias, os ascetas, os arrangistas, os impotentes, os acelerados, os Lopes, os Peixotos, os Mota, os Godinho, os Teixeira, os Camar, o diabo que os leve, os Constantino, os Grave, os Mantua, os Bahia, os Mendonça, os Brazão, os Alves, os Albuquerques, os Sousa, e todos os Dantas que houver por aí!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E as convicções urgentes do homem Cristo pai e as convenções catitas do homem Cristo filho!...

E os concertos do Blanch! E as estátuas ao leme! ao Eça e ao despertar de tudo! E tudo o que seja arte em Portugal! E tudo! Tudo por causa do Dantas!

Morra o Dantas, morra! - PIM!

Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e de todo o mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degredados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus!

O entulho das desvantagens e dos sobejos! Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia - se é que a cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado!

Morra o Dantas! Morra! - PIM!

José Almeida Negreiros, Poeta d'Orpheu Futurista e Tudo

* do blogue de João Carvalho Fernandes

postado por: nela cintra 11:34 PM


Segunda-feira, Agosto 22, 2005

postado por: nela cintra 11:58 PM


Quarta-feira, Agosto 17, 2005

postado por: nela cintra 5:43 PM


postado por: nela cintra 2:43 PM


postado por: nela cintra 3:38 AM


Sexta-feira, Agosto 12, 2005

postado por: nela cintra 12:18 PM


Terça-feira, Agosto 02, 2005

postado por: nela cintra 8:41 AM


Domingo, Julho 31, 2005

postado por: nela cintra 4:38 AM


Sexta-feira, Julho 15, 2005

postado por: nela cintra 3:25 AM


postado por: nela cintra 3:20 AM



arquivo